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outubro 2008
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FÉ, PERDÃO E GRAÇA

Contudo Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.”(Lc.23:34 a)

 Neste relato sobre a crucificação de Jesus, temos a surpreendente oração que trouxe à tona o propósito divino, “o perdão para os nossos pecados”.

A crucificação de Jesus revela o que o mundo é: “o povo estava ali e a tudo observava” com insensível indiferença; os governantes, que queriam a religião sem um Cristo divino crucificado por seus pecados, zombavam (Mt.27:41); os malfeitores blasfemavam e o injuriavam; o pecador consciente, orava; os cobiçosos assentaram-se diante da cruz e jogaram um jogo sórdido. A cruz foi e é o julgamento deste mundo e tendo Jesus sofrido em nosso lugar, nos deixou o exemplo para que pudéssemos seguir os seus passos. Estas mesmas palavras: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”, ressoou nos lábios de Estevam, diante da morte, à exemplo de Jesus, expressou rendição e a fé diante do Pai, confiando-Lhe todo o julgamento; que maravilhosa demonstração de fé!

o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca, pois ele, quando foi ultrajado não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente.” (1Pe.2:22,23)

 Perdoar é um ato de fé em Deus, é entregar o julgamento ao Pai, como reto juiz. Quando confio em Seu julgamento, manifesto a minha fé e sou capaz de perdoar como Cristo me perdoou. O perdão é exercido em fé.

 “De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.” (Hb.11:6)

Há uma mentira que herdamos com a queda de Adão e Eva, que é a de tomarmos o lugar de Deus e quando não perdôo, tomo o julgamento nas minhas mãos, é como se quisesse me igualar a Deus, ocupando o Seu lugar; diria que é um sentimento “luciferiano” que não entendemos e nos deixamos aprisionar.

Jesus Cristo diante dos seus discípulos, em Mateus no capitulo 18, fala com propriedade a respeito do perdão (v.15) e transcorre dizendo:

 “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus.” E acrescenta:

 “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles.”

Jesus estava querendo dizer: Prestem atenção a tudo que se diz, pois estou presente e testifico às suas obras neste mundo. Você tem prestado atenção às palavras da sua boca? Ao que tem sido ligado ou desligado na terra que consequentemente está sendo ligado ou desligado nos céus? Por que será que muitas respostas nunca chegam?

Quanto a questão de quantas vezes se deve perdoar, Jesus olhou para Pedro e respondeu:

Não te digo que até sete vezes, mas setenta vezes sete.”

É como se Jesus dissesse: “Pedro, se você está procurando um número, que tal quatrocentos e noventa!” Jesus, certamente estava dizendo que, quanto ao perdão, não há limites. E do versículo 23 em diante, acrescentou a parábola do credor incompassivo, dizendo: 

Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.”

Trouxeram diante do rei, um que lhe devia 10.000 talentos. Um talento correspondia a 6.000 denários na moeda da época. Este montante em dinheiro correspondia a uma dívida impagável, e ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a divida fosse paga. O devedor prostrou-se e rogou dizendo: “Sê paciente para comigo e tudo te pagarei.  Ele pediu um prazo que não estava ao seu alcance, portanto, o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora, e perdoou-lhe a dívida.

Saindo, porém aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.”

 Vendo os seus companheiros o que se havia passado, relataram ao seu senhor, que o chamou de volta e lhe disse:Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?

E indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.”

E complementa Jesus:

Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.”

Vale salientar que esta Palavra refere-se a alguém que provou o favor e o perdão do Senhor, mas pela sua insensibilidade e crueldade, negou o perdão ao seu conservo, cancelando o pagamento da sua própria dívida. De credor, voltou a ser devedor e foi lançado à prisão. O verdugo tem direito legal e é liberado para reclamar os bens, a vida e a família daquele que não perdoou. Esta questão é capaz de definir quem somos diante de Deus e diante dos homens; fomos chamados a ser perdoadores, já que provamos o perdão de Deus através da Cruz. Ao olharmos na direção de Deus, que é Santo, que não peca, a nossa dívida é enorme, impagável e necessitamos da graça revelada por meio de Jesus Cristo, para saúda-la, mas ao olharmos em direção ao outro, vemos que somos todos, devedores. Então, não deveríamos perdoar? Um traço marcante sobre a vida daquele que não perdoa, é ser implacável com qualquer um que lhe desagrade, por isso, que o Espírito Santo traga revelação ao coração daquele que crê em Jesus, se há questões de dívidas que necessitem ser perdoadas,  para que a benção de Deus seja liberada.

Filhinhos meus, estas cousas vos escrevo para que não pequeis. Se todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo; e ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” (1Jo.2:1 e 2)

O TEMOR A DEUS

Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras.” (Ec.5:2)

 

Há vários conselhos práticos sobre o procedimento na casa de oração, como guardar os pés, ou seja, andar prudentemente, com respeito e temor; convém chegar para ouvir o que Deus tem para entregar; não abrir a boca precipitadamente, lembrando que, aquilo que se fala, fala-se diante de Deus. “…sejam poucas as tuas palavras.” Porque Deus não se agrada de pessoas falantes, que falam demais.

Neste contexto fica uma forte advertência de que práticas religiosas não satisfazem e que o temor a Deus, como nos ensina o Salmo111:10, “é o principio da sabedoria; revelam prudência todos os que praticam. O seu louvor permanece para sempre.”

Há algumas questões que se apresentam com uma abordagem atraente que sem percebermos nos levam a pecar contra o plano de Deus. Precisamos prestar atenção no caminho em que temos andado, para não sermos roubados ou afastados do alvo e o temor a Deus nos guardará a observarmos a Sua perfeita vontade.

Sabemos que diante de Deus,  a instituição mais importante sobre a terra é a Família, pois é a base de toda a sociedade. Para a própria sociedade, no entanto, há outros valores em ascensão como a carreira profissional, os rendimentos, a produção, a iniciativa, a intelectualidade, a conquista de bens materiais, etc., que são destacados veementemente em nossos dias, sobrepondo o real valor do indivíduo, esquecendo-se de que esta pessoa está inserida em família. Aceitamos tais parâmetros e deixamos que passe a ser a principal motivação, ainda que implique em sacrificar a própria família.

Nesta reflexão, o Espírito de Deus nos pergunta: aonde queremos chegar com tudo isso? Há uma Palavra no Livro de Provérbios 23, que nos exorta a não esgotar as nossas forças em busca de riquezas e a não gastarmos a nossa inteligência nisso.

O Espírito te pergunta: Qual tem sido a sua maior riqueza neste mundo? Qual é a  herança, que Deus te confiou? Poderia te responder com convicção: É a sua família!

É muito importante ser bem sucedido profissionalmente, mas, mais importante ainda é ser bem sucedido como marido (esposa), pai (mãe), e como filho (filha). Desta forma somos inseridos no Projeto de Deus.

Com o temor a Deus, a sabedoria do alto se manifestará e você saberá aplicar o “bom tesouro”, investindo no maior fundo rentável, que é a sua casa.

Uma sociedade forte é constituída de famílias fortes, fundamentadas no temor a Deus e no cuidado ao estabelecer as prioridades da vida.

Se o homem for capaz de se aproximar de Deus Pai, como filho, ele entenderá o quanto ele é próspero e abençoado com a família que Deus lhe confiou e poderá realizar o sonho de Deus.

Jesus como Filho de Deus, veio com uma missão, fazer a vontade do Pai e esse compromisso assumido com Deus, o fez permanecer firme, centrado, não na sua humanidade, mas na vontade de Deus e nada o desviou do alvo. Jesus enfrentou todos os contra-tempos de sua época, posicionou-se contra os costumes e advogou o caminho e os princípios do Reino para que as pessoas soubessem que era possível viver uma vida valorosa e abundante neste mundo, em seu precioso Nome.

Jesus com forte convicção de Sua missão, aliada a uma auto-imagem equilibrada, confrontou a tradição e a religião formal em várias ocasiões. Lembre-se, só praticas religiosas não satisfazem e, o temor ao SENHOR é o principio da sabedoria. Não conheça, apenas o plano de Deus, não ouça somente a Palavra, reaja em fé e responda em atitudes, em decisão de vida e viva a vida que Deus projetou para você como marido (esposa), pai (mãe) e filho (filha), não fique alheio ao seu papel dentro da família. Construa um lar aconchegante e que se torne um porto seguro, onde Cristo habita e governa. Faça do seu lar, o melhor lugar para se viver neste mundo e certamente você será a pessoa mais bem sucedida sobre esta terra.

 

Deus te abençoe!

 

 

 

 

 

  

 

DEUS É AMOR

Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande mandamento.”

(Mt.22: 37,38)

 

Deus é Amor. Você já ouviu esta afirmação antes? Pois bem, o Amor de Deus é o solo onde a semente da fé é plantada e se desenvolve gerando a Vida do próprio Deus em cada um de nós, podemos dizer que é a fonte de toda espiritualidade.

O versículo acima, nos fala do Amor “a” Deus, referindo-se a manifestação do Amor recebido, como resposta do homem para com Deus. Este é o grande mandamento.

Só que esta expressão do Amor a Deus é provada no cumprimento da segunda parte do mandamento:

 

O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Mt.22:39)

 

Neste versículo está o lado prático da vida de quem Ama “a” Deus, e é no dia a dia que o Amor “de” Deus (em nós), se tornará visível e o mandamento estará completo.

O Amor “a” Deus se constrói com atitudes, primeiramente na direção do próprio Deus e consequentemente, de uns para com os outros. O mais interessante, é que este Amor ao ser direcionado, não escolhe a quem deva ser expressado; curiosamente ele se manifesta, muitas vezes, quando menos esperamos! Quanto às pessoas que amamos, as quais seria lógico expressarmos espontaneamente, muitas vezes não acontece como deveria, poderia até mesmo afirmar, que nos negamos a expressar este Amor. Que estranho!

Como dizem alguns, o ser humano é mesmo uma caixinha de surpresas!

Mas o importante é que você reflita sobre esta verdade e tenha a oportunidade não só de cumprir, mas de vivenciar este grande mandamento e consequentemente agradar a  Deus.

Deus é Amor, porque Ele Ama incondicionalmente, sem restrições, sem condição alguma, é absoluto. É o Amor agapao, que vem de Deus e está exemplificado em 1Co.13:1-8, como presente de Deus:

 

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze  que soa ou como o símbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba;…”

 

Este amor foi expressado na Cruz de Jesus Cristo, em Seu sacrifício e Sua morte, e com os braços abertos declarou o Amor de Deus ao mundo, expressando-o com a própria vida.

 

Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo.3:16)

 

Deus amou o mundo desde o princípio, desde a criação do primeiro casal, do surgimento da primeira família. Este Amor torna possível uma vida em união, traz cura às feridas, nos leva à decisão de perdoarmos, de aborrecermos o mal, de demonstrar amor e afeto, de sermos quem somos, filhos de um Deus que é Amor.

 

Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns para com os outros, porque o amor cobre multidão de pecados.” (1Pe.4:8)

 

A excelência da união fraternal está descrita no Salmo 133 e assim como Israel se reunia uma vez ao ano como povo de Deus, como uma só família diante Dele, essa mesma união fraternal pode ser vivenciada diariamente, enquanto povo de Deus que somos em Cristo Jesus.  Como família escolhida e separada por Deus, como igreja e como nação, quer seja por parentesco natural ou espiritual a unção será derramada e Deus ordenará a sua benção para sempre. Obrigue-se a desfrutar desse Amor, ah! E não se esqueça “Jesus te ama” e porque não acrescentar: e eu também!

ESCOLHIDO NO VENTRE

Os teus olhos me viram a substancia ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nem um deles havia ainda.” (Sl.139:16)

 

Este Salmo nos fala da onisciência, da onipresença e da onipotência de Deus, que esta sempre presente, pois conhece tudo a nosso respeito e mais ainda, nos escolheu e nos separou para Ele.

No Livro de Juízes 13, temos o exemplo de Sansão que foi escolhido desde o ventre de sua mãe e consagrado a Deus.

 

Havia um homem de Zorá, da linhagem d Dã, chamado Manoá, cuja mulher era estéril, e não tinha filhos. Apareceu o Anjo do SENHOR a esta mulher, e lhe disse: Eis que és estéril, e nunca tiveste filho; porém conceberás, e darás à luz um filho. Agora, pois guarda-te, não bebas vinho, ou bebida forte, nem comas cousa imunda; porque eis que tu conceberás e darás à luz um filho sobre cuja cabeça não passará navalha; porquanto o menino será nazireu consagrado a Deus desde o ventre de sua mãe: e ele começará a livrar a Israel do poder dos filisteus.” (vs.2-5)

 

A forma mais correta da palavra nazireu é nazireado. A palavra portuguesa vem do hebraico “nazir”, derivada de “nazar”, separar, consagrar, abster-se. Consideremos também o termo “nezer”, diadema, coroa de Deus, aplicado à cabeleira não-tosquiada dos nazireus, cujos cabelos compridos serviam de emblema de sua separação ao serviço do SENHOR, reputados como a coroa de glória deles.

O voto do nazireado envolve a consagração especial de pessoas ou coisas a Deus (Gn.49:26; Dt.33:16).

Os nazireus precisavam abster-se de vinho, de todas as bebidas alcoólicas, de vinagre e até de uvas e passas de uvas. Não podiam também tocar em coisas imundas, como um cadáver, mesmo que se tratasse de um parente próximo. Assim como os sacerdotes de Israel que não podiam se contaminar desse modo.

Um nazireu também não podia cortar os cabelos durante todo o tempo que perdurasse a sua consagração.

Estes votos apontam para algumas realidades espirituais:

 

1)    Não comer nem beber nada da uva: o vinho simboliza a alegria e o prazer(obras da carne), portanto, para o cristão consagrado, o seu prazer e deleite estão no fruto do Espírito. No Novo Testamento, o Apóstolo Paulo disse:

 

Não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito.” (Ef.5:18)

 

2)    Não podia cortar os cabelos: esta era a marca visível de consagração a Deus. Todo cristão traz consigo marcas de consagração que fazem dele conhecido e respeitado diante dos outros: a submissão a Deus é visível no poder da oração, do jejum, da Palavra, e do Devocional diário.

3)    Não tocar em cadáver: não ter nenhum contato com a morte, não se contaminar. A morte é o salário do pecado, e quantas vezes ela nos persegue, insiste e persiste em nos alcançar. O inimigo não desiste em querer quebrar a nossa consagração e continua falando da mesma forma como falou com Sansão: “Passear na vinha pode, só não pode provar da uva”. Uma vida consagrada é uma vida em santidade.

 

A consagração a Deus trás “Unção”(para ser forte) e a Unção trás Poder. Estes são os três atributos presentes na vida de Sansão durante a sua consagração. A força de Sansão não se evidenciava pela sua estrutura física, tanto é que os filisteus queriam descobrir qual seria o segredo, pois olhavam e não entendiam: Como pode um homem normal ter tanta força assim? Da mesma maneira o mundo olha para os discípulos de Jesus e perguntam: Como eles conseguem dizer não para o pecado? Como conseguem praticar a justiça?…

Quando a consagração de Sansão foi quebrada, entrou a queda, a ruína e a morte. O inimigo tentou seduzi-lo nas vinhas, depois com o favo de mel e finalmente encontrou uma mulher para cortar os cabelos de Sansão. Imediatamente, perdeu a força, foi aprisionado pelo inimigo e ficou cego. Perdeu toda a sensibilidade e discernimento espiritual.

Quantas vezes ouvimos as expressões: não sinto nada, não entendo nada, o que é alegria do Espírito? Perdemos o rumo e nem imaginamos que estamos assim como Sansão, presos a roda de moinho, dando voltas, uma apos outra, totalmente cegos.

Uma vida de consagração é banhada pela Unção do Espírito, que quando explode no coração, sabemos para onde estamos indo, fazemos o que os outros não fazem, vemos o que os outros não vêm e chagamos onde poucos chegam.

No capítulo 16, Sansão clamou e gritou ao céu por uma segunda chance, se submetendo a Deus e obteve vitória na morte. Cristo morreu a nossa morte e nos deu a vitória! Todos nós tivemos uma segunda chance, mas permanecer em consagração e viver o plano de Deus nesta terra é uma decisão.

Sansão, foi enterrado entre Zorá e Estaol, lugar onde o Espírito Santo começou a obra na vida dele e ali ele foi restituído à sua posição original. Em Cristo Jesus, como filhos de Deus, antes de provar a Sua glória precisamos passar pela Cruz, então a Unção virá e o Poder de Deus se manifestará em nós maravilhosamente!