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agosto 2009
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Archive for agosto, 2009

A CRUZ COMO DIVISA

Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo.” (Gl.6:14)

A cruz faz separação entre duas linhagens: o cristão e o mundo. Quando o Apóstolo Paulo declarou: “o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo” entendemos que “estar crucificado” é estar morto. Portanto ele afirma: “o mundo está morto para mim, e eu estou morto para o mundo”. Ele olhava para o mundo e o via crucificado e da mesma forma o mundo quando olhava para ele, o via crucificado, ou seja, morto.

O mundo (cosmos), como é encontrado em Gálatas, é um termo sociológico, que corresponde às pessoas que compõem um sistema mundial, que se recusam a estar debaixo do Governo de Deus em Jesus. Em Lucas 19:12-14, Jesus ilustra esse sistema com a Parábola das dez minas nos contando à respeito de um homem nobre que foi para uma terra distante para ser coroado rei e depois voltar. Então chamou dez dos seus servos e lhes deu dez minas, e disse: “Façam esse dinheiro render até a minha volta.” Seus súditos o odiavam e levantaram uma delegação para dizerem: “Não queremos que este homem seja o nosso rei.” O homem nobre, voltou, e chamou seus servos para prestarem conta do investimento, e acertar contas com seus inimigos:

Jesus é esse homem nobre, que subiu aos céus, após sua ressurreição para ser coroado e assentar-se no trono de Seu Pai, e como está escrito, certamente voltará para aqueles que são seus. Nós somos seus servos, a quem foi confiado a cada um uma mina, ou seja, uma parte do Seu grande tesouro nessa terra, para que seja multiplicado e posteriormente entregue nas mãos do Rei.

Uma linha divisória foi traçada através da cruz de Jesus entre o cristão verdadeiro e o mundo, que é a submissão a Jesus como Senhor.

Se observarmos bem, veremos que o mundo não se opõe ao Reino, pois não há uma só pessoa que não queira desfrutar de todos os benefícios; quantos não querem ir para o céu?; quantos não querem receber bênçãos?; Paz?; saúde, curas, etc.? Mas essas mesmas pessoas rejeitam e não se submetem ao Rei, e se organizam entre si para proclamarem: Não queremos que este reine sobre nós.

v.27: “Quanto, porém, a esses meus inimigos, que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e executai-os na minha presença.”

Em Mateus 4, temos as três tentações de maior importância, que são:

1) os desejos da carne: v.3 = “Então o tentador, aproximando-se lhe disse: Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.”

2) os desejos dos olhos: v.8,9 = “Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles e lhe disse: Tudo isto te darei se prostrado me adorares.”

3) a soberba (orgulho) da vida: v.6 = “Se és Filho de Deus atira-te abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos ordenará a teu respeito; que te guardem; e: Eles te sustentarão nas suas mãos para não tropeçares nalguma pedra.”

Em 1João 2:17, está escrito:

Ora o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.”

O inimigo tentará convencê-lo a ceder em muitas áreas de sua vida, não lhe dê ouvidos, ele é mentiroso, não recue, pelo contrario, avance e entregue nas mãos do Pai toda forma de insegurança e desconfiança, porque certamente Ele cuidará de você!

Jesus responde a seus irmãos, dizendo: “Não pode o mundo odiar-vos, mas a mim me odeia, porque eu dou testemunho a seu respeito de que suas obras são más.”

E no Evangelho de João, no capítulo 15, Jesus fortalece seus discípulos dizendo: v.18-19 = “Se o mundo vos odeia, sabei que primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como todavia, não sois do mundo, pelo contrario dele vos escolhi, por isso o mundo vos odeia.”

O grande problema da igreja contemporânea é que o mundo não nos odeia. Creio que esta reflexão precisa ser levada em conta, pois somos amigos de Deus ou do mundo?

Pois muitos andam entre nós, dos quais repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com coisas terrenas.”

Responda a si mesmo: De onde vem seus valores? De onde você tira seus modelos? Suas normas? De onde vem suas prioridades? Seus sonhos?

Há espíritos de feitiçaria, que não cessam de agir, atraem, tentam e manipulam, estabelecendo controle espiritual. Tal domínio se manifesta através dos desejos da carne, dos olhos e da soberba da vida como vimos anteriormente e dessa mesma forma, seremos tentados a desejar o que não necessitamos; a comprar coisas que não temos como pagar; lançará tristeza, insatisfação. Fará refém a muitos diante da mídia, TV, internet, etc., para que de alguma forma façamos parte desse sistema mundial.

Você escolhe seu estilo de vida, lembre-se disso!

A saída está no arrependimento, que consiste em abandonar sua rebeldia. Não faça suas próprias normas, nem apenas o que quer, nem tão pouco, siga seu próprio caminho. Dê as costas a tudo isso, e se submeta sem reservas ao Governo de Deus, em Jesus. Depois do arrependimento, vem a fé, seguida de uma conversão genuína, caracterizada por uma mudança de vida, que fará toda a diferença e causará divisa em sua vida, na terra.

Deus te abençoe!

UM NOVO CAMINHO

Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e a revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade.” (Ef.4:22-24)

Esta palavra é dirigida àqueles que foram salvos, aos cristãos professos, para que se dispam do velho homem. É o próprio homem quem tira e põe de lado o homem velho e é ele mesmo quem se veste do novo homem. São atitudes decorrentes de uma decisão de vida e convicção de fé.

Fica claro o quanto a “cruz” fez e faz por todos nós, a começar pela salvação, mudando nosso destino eterno, bem como todos os benefícios que recebemos como curas, libertação, perdão, amor, paz, vida eterna, etc. O que queremos ressaltar, é que muitos cristãos, simplesmente param aqui, ficam paralisados diante da “cruz”, não prosseguem no seu caminho de fé. Suas orações são sempre voltadas para pedir, pedir mais e ainda voltam para pedir ainda mais; a vida cristã se converte em insatisfação e superficialidade.

Para não corrermos o risco de ficarmos estáticos olhando numa única direção, precisamos olhar para um outro aspecto da obra da “cruz” que é o que ela pode fazer “em” nós e não somente o que ela faz “por” nós. Para que a obra seja completa temos que observar e experimentar o que a cruz faz “por” nós e “em” nós.

A obra da cruz “em” nós consiste na obra realizada no nosso homem interior, que o Apóstolo Paulo chama de homem velho, referindo-se à natureza pecaminosa que habita em cada um de nós. Esta herança veio por descendência através de Adão, que só após ter se rebelado contra Deus, gerou filhos, e nós somos seus descendentes. A semente da rebelião foi plantada em todos nós, independentemente da nacionalidade, raça, cor, rico ou pobre, somos todos rebeldes.

Deus só tem um único remédio: a execução.

João Batista disse:

Já está posto o machado à raiz das árvores; toda árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada no fogo.”

Ouvi um homem de Deus que dizia: Me responda agora, para quem foi feita a “cruz” do meio? Ele se referia às três cruzes do Monte Calvário, e alguém depois de pensar bem, respondeu:

- Foi para Barrabás, o criminoso. E o homem de Deus, acrescentou:

- E no último momento, Jesus Cristo tomou o lugar de Barabás naquela cruz!

Barrabás, representa o pior dos homens, àquele pelo qual ninguém morreria, mas executaria sem pestanejar. Barrabás é nosso representante, é aquele que melhor pode espelhar a nossa natureza pecaminosa, corrompida e cheia de violência: o velho homem. Como uma fruta madura, depois de uma semana começa a apodrecer de dentro para fora, muda seu aspecto, começa a murchar, a se deteriorar, assim é, a corrupção no coração do velho homem, é inevitável e irreversível, não tem como ser impedida, por isso, Deus, diante do homem velho, “o executa” através da cruz, para que haja mudança de natureza.

Romanos 6:5-6 = “Porque, se fomos unidos com ele na semelhança da sua morte, certamente, o seremos também na semelhança da sua ressurreição, sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído, e não sirvamos o pecado como escravos.”

Duas obras opostas são citadas: a obra do engano e a obra da verdade; o homem velho (Adão) é produto do engano, que creu na mentira do diabo, comendo do fruto proibido, deixando que o engano satânico entrasse, trazendo corrupção em todos os aspectos da vida humana, moral, física, emocional, etc. Enquanto que através da cruz de Jesus, a obra da verdade atua pela pregação do Evangelho, tendo o homem novo, como produto da justiça e santidade, que provêm de uma nova natureza.

O homem velho é rebelde e corrupto, tem que ser executado, crucificado em Jesus, para que seja livre da natureza perversa e pecadora, permitindo que uma nova natureza entre em sua vida, pela Palavra de Deus e tenha controle sobre ela.

LINHAGEM REAL

INTRODUÇÃO

1 Pe. 2:9-10

Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Antes vocês nem sequer eram povo, mas agora são povo de Deus; não haviam recebido misericórdia, mas agora a receberam.”

Todas as características do ser humano obedecem a um padrão pré-estabelecido que se encarrega de mantê-las de geração em geração e se converte no código genético único de cada um de nós: O DNA, onde se encontra armazenada toda a informação a respeito desses padrões.

Muitas das situações que não sabemos lidar, como, condutas, caráter, traços físicos entre outros, obedecem a esses padrões genéticos.

DESENVOLVENDO O TEMA

Todos Procedemos da Mesma Linhagem: Atos 17:26

…De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar…”

Quando Deus criou Adão, deu a ele um DNA puro, sem contaminação. Adão pertencia a uma linhagem superior a qualquer outra criatura do Universo:

Gn.1:26 = “Deus mesmo disse: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; …”

Quando Adão pecou seu DNA foi alterado, sofreu uma mutação, que passou de geração à geração. Em 1 Co.15:45-49, o Apóstolo Paulo traça um paralelo entre o homem natural (Adão) e o homem espiritual (Jesus), ou seja, entre a linhagem de Adão, “alma vivente”, que possue natureza carnal (age pelo instinto) e a linhagem de Jesus, “espírito vivificante”, que possue natureza espiritual (imagem do celestial). Temos que compreender esta mudança no nosso código genético.

O pecado de Adão contaminou o seu sangue e a morte passou a fazer parte da sua natureza. A opção pelo pecado, arrancou o homem do propósito divino e invalidou todos os privilégios que Deus havia estabelecido de antemão para ele e sua descendência. Adão perdeu sua autoridade e foi rebaixado do nível de governar para ser governado; de dirigir para ser dirigido; de livre para escravo; deixou de desfrutar da relação com Deus, para ter que viver fugindo Dele; de “linhagem real”, passou para “linhagem escrava”.

O primeiro homem Adão abriu a porta para que a maldição entrasse e se estabelecesse, em contra-partida, Jesus Cristo, o segundo Adão, padeceu as conseqüências do pecado em nosso lugar. Com Sua morte e ressurreição se converteu no segundo homem, com um novo código genético.

Um caminho novo se abriu; uma “nova linhagem”; um sangue sem contaminação. Esse novo DNA precisa fazer parte das nossas vidas. Jesus pode mudar o nosso DNA.

Jo.1:12-13 = “Mas a todos quanto o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.”

Descubra o poder do sangue de Jesus firmado na Ceia do SENHOR:

Semelhantemente depois de cear, tomou o cálice dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.” (Lc.22:20)

APLICAÇÃO

A maldição de geração, as ataduras, a rebelião, todo comportamento fora de ordem, cadeias do passado, dor, amargura, está quebrada, rompida pelo poder do sangue de Jesus. Creia e peça ao Espírito Santo para te dar a revelação e o entendimento para começar a viver um novo nível de vitória.

Não duvide da sua procedência, da sua natureza e de quem é o nosso Deus, pois Ele te quer mais próximo, e mais íntimo.

MINISTRAÇÃO

Dentro de cada código genético, calcula-se que estão registrados 60 gerações. Aplique o DNA de Jesus pedindo-Lhe que absorva, anule e substitua o teu DNA

Ore com convicção e fé e deseje a nova natureza de Jesus, entre em aliança com Ele através do poder Seu sangue e seu modo de pensar, falar, de se comportar, mudarão.

Determine-se hoje e verá uma transformação genuína em sua vida e família.

ORAÇÃO

SENHOR JESUS CRISTO, HOJE ME RENDO TOTALMENTE A TI E TE ENTREGO A MINHA VIDA, RENUNCIO O MEU DNA E TE PEÇO SENHOR QUE O TEU DNA ABSORVA, ANULE E SUBSTITUA O MEU DNA. DECLARO QUE A PARTIR DESTE MOMENTO HÁ UM NOVO CÓDIGO GENÉTICO QUE VEM DE JESUS SOBRE MINHA VIDA QUE ME FARÁ GOVERNAR E NÃO SER GOVERNADO POIS PASSAREI A VIVER A PARTIR DE HOJE, UM NOVO NÉIVEL DE VITÓRIA! OBRIGADO JESUS, AMÉM!