Archive for março, 2010
DESTRUA AS FORTALEZAS DA ALMA
“As armas que usamos na nossa luta não são do mundo; são armas poderosas em Deus, capazes de destruir fortalezas. E assim destruímos idéias falsas e também todo orgulho humano que não deixa que as pessoas conheçam a Deus. Dominamos todo pensamento humano e fazemos com que ele obedeça a Cristo.” (2 Co.10:4-5)
Há uma guerra espiritual constante sendo travada no homem interior e muitas vezes não nos apercebemos o quanto esta guerra é real e acabamos reféns do diabo e do pecado.
“Porém vocês, irmãos, foram chamados para serem livres. Mas não deixem que essa liberdade se torne uma desculpa para permitir que a natureza humana domine vocês…” (Gl.5:13)
O apóstolo Paulo adverte a reagirmos contra as fortalezas impostas pelo diabo, derribando-as e anulando os sofismas, que são mentiras, que se apresentam como verdades. É um teorema falso e seu objetivo é que se construam fortalezas na mente e nas emoções, a fim de que, sejamos levados cativos e escravos de todo pensamento. Quando menos se percebe, você já está refém do medo, da ansiedade, da área moral, sexual, familiar, matrimonial, financeira, etc. Olhamos ao redor e só vemos problemas, tragédias, dificuldades, e eu te pergunto: Onde é mesmo que Cristo habita?
“Quem não sabe se controlar é tão sem defesa como uma cidade sem muralhas.” (PV.25:28)
O homem que não domina seus pensamentos e sentimentos se torna vulnerável e facilmente é dominado. Somos como uma cidade fortificada, murada e protegida pelo poder da Palavra de Deus e do Sangue de Jesus.
“Estejam alertas e fiquem vigiando porque o inimigo de vocês, o Diabo, anda por aí como um leão que ruge procurando alguém para devorar.” (1 Pe.5:8)
Como essas fortalezas são estabelecidas?
Por meio do pecado abrimos brechas, buracos nos muros de proteção, por onde o inimigo entra, se estabelece e saqueia toda a cidade.
Em Apocalipse 12, João viu um grande dragão referindo-se à antiga serpente do livro do Genesis, e acrescenta: “que se chama Satanás, o sedutor de todo o mundo…” Podemos dizer que se alimentou tanto, que cresceu e se tornou um grande dragão, assim é com o pecado na vida do homem, basta só uma mentirinha, o primeiro copo de bebida, só um olhar, etc. Começa de forma inocente no plano natural e pouco a pouco passa para o domínio espiritual.
A ira por exemplo, é fruto de uma frustração da carne, pode ser momentânea, casual, mas ela tem que passar. A Palavra nos adverte: “a não colocar o sol sobre a nossa ira”, não dê vazão, nem destaque, para que não se transforme em pecado e gere agressão, violência e morte. Lembre-se o pecado abre a porta para o domínio das trevas.
Jesus Cristo disse: “Já não falarei muito convosco, porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim.” (Jo.14:30)
Entendemos que assim como a serpente, instrumento de Satanás, foi amaldiçoada a comer pó, todos os dias da sua vida (Gn.3:14), Jesus não tinha pecado e o inimigo, Dele não se alimentaria. O diabo se alimenta do pecado na vida do homem, e cada vez que você e eu, aceitarmos um só argumento falso, ou uma falácia, um sofisma, o inimigo encontrará uma brecha, para entrar, se fortalecer e estabelecer sua fortaleza.
Pensamentos como: não tem mais jeito para mim, sou assim desde criança: é sofisma; eu não posso: é sofisma; não é pra mim: é sofisma; é difícil demais: é sofisma; falar e não cumprir o que falou, poderá se tornar também uma fortaleza, e se for estabelecida, virá o cativeiro. O inimigo quer estabelecer uma base em sua vida para posteriormente te oprimir.
“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa na rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.” (MT.7:24-25)
Todo muro tem seu alicerce, Jesus é a tua rocha, feche as brechas e destrua todas as fortalezas do inimigo, Cristo já te libertou! Você é livre!
Para que um copo seja útil ao seu possuidor, ele primeiramente tem que estar vazio e limpo, não pode estar de cabeça para baixo e sim, na posição certa, para poder se cheio de água; assim é o plano de Deus em sua vida. Estar fora da posição é estar fora do plano de Deus, é não orar mais como antes, não buscar mais a Palavra, não ter mais a alegria de antes, não conseguir mais ouvir a voz do SENHOR.
“O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundancia.” (Jo.10:10)
Seja radical contra o pecado e o diabo, como Jesus foi na Cruz, Nele está a sua vitória, revista-se do poder do Sangue de Jesus, esvazie-se de todo o pecado, cravando-os na Cruz, arrependa-se de todo o mal e receba o perdão de Jesus.
Seja limpo, redimido, perdoado, justificado e santificado pelo Sangue de Jesus e as águas do Espírito Santo te encherão, para que vivas o plano de Deus na Sua plenitude!
Conquiste a sua vitória em Jesus!
JESUS FOI COM ELE
“Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá.” (Mc.5:22-23)
Jairo arriscou sua reputação ao aproximar-se de Jesus, pois há muito os conflitos e controvérsias com os lideres religiosos tinham começado, atribuindo a Jesus o aspecto de um poderoso agitador herege. Em virtude da necessidade, Jairo ignorou a política e devido a sua grande coragem, o seu nome se tornou imortal por haver entrado em contato com Jesus. Ele ignorou os dogmas que se opunham a Jesus e experimentou o poder de Cristo e demonstrou ter uma mente aberta o suficiente para poder aprender algo.
Observe as três atitudes de Jairo diante do SENHOR: a primeira, Jairo creu e foi em direção a Jesus, ele não ficou esperando, nem paralisado diante da ameaça de morte; a segunda: se prostrou ao pés de Jesus; a terceira: suplicou a salvação de sua filha.
O que é que nos rouba a fé, que nos impede de ir diante Dele, de adorar e de suplicar? Será que uma mente fechada pelos dogmas e pelas restrições denominacionais, não seriam os maiores obstáculos que só dificultam o crescimento espiritual e que impedem o milagre?
Enquanto Jesus se dirigia em direção à casa de Jairo, aconteceu que certa mulher que há doze anos, vinha sofrendo de hemorragia e há muito padecera nas mãos dos médicos e tendo ouvido a fama de Jesus, veio entre a multidão, por trás Dele, tocou-lhe as vestes.
“Porque dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada. E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo.” (vs.28,29)
Podemos notar que os mesmos doze anos da doença da mulher, era o período de vida da menina. Por doze anos a mulher ia sucumbindo, ia ficando cada vez mais fraca; por doze anos a menina ia crescendo e se desenvolvendo, até que sobreveio uma doença repentina. Em ambos os casos, as duas encontraram o recurso completo e suficiente em Cristo.
Segundo Levítico 15:19, a mulher com fluxo de sangue era considerada imunda e contaminava se tivesse contato, mas Jesus ao invés de ser contaminado, curou a mulher. Jesus reconheceu que dele saíra poder e perguntou:
“Quem me tocou nas vestes?”
Os discípulos não entenderam, já que a multidão o comprimia!
“Então, a mulher, atemorizada e tremendo, cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se diante dele e declarou-lhe toda a verdade.”
Prostrou-se em reverencia e adoração, declarando toda a verdade. E Jesus lhe disse:
“Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal.”
A fé em Jesus produz salvação, cura e libertação.
“Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre?” (v.35)
Jesus reage imediatamente e dirige sua palavra a Jairo:
“Não temas, crê somente.”
Reuniu Jesus nos aposentos onde estava a menina, aqueles que criam, os pais e alguns dos discípulos que estavam com Ele, e:
“Tomando-a pela mão, disse: Talita cumi, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te. Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar;”
Jesus Cristo correspondeu à medida de fé de cada um: quem crê que um mero contato trará saúde, prova que assim é (v.28); quem sente a necessidade da presença do Salvador na sua casa (v.23), terá a Cristo ali consigo; quem crê que uma palavra de Jesus será suficiente, como foi a cura do criado de um centurião (MT.8:8), prova que até isto basta.
Esperamos que todos os obstáculos e dogmas religiosos não te impeçam de vir até Jesus, nem barreiras sociais ou econômicas e até mesmo emocionais, te impeçam de provar o “milagre”.
O Deus dos milagres, não despreza a fé, a decisão, a adoração e responde às petições! Venha na direção do milagre, venha na direção de Jesus!
No amor de Cristo,
JESUS NÃO ESTAVA MAIS COM ELES…
“Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Disseram-lhe os outros: Também nós vamos contigo. Saíram e entraram no barco, e naquela noite nada apanharam.” (Jo.21:3)
Após a morte de Jesus na cruz do Calvário e de Seu sepultamento, os discípulos de Jesus não entenderam o porque dos fatos, o porque das coisas acontecerem da forma como aconteceram. Ainda que Jesus tenha falado sobre sua morte e ressurreição, os seus discípulos tinham os olhos do entendimento fechados para a revelação do que viria. E como se não houvesse mais esperança, todos voltaram às suas atividades anteriores, pois estavam abatidos, frustrados e amargurados pelos acontecimentos, afinal, Jesus já não estava mais com eles.
Quando veio a perseguição, a prisão seguida de condenação e morte do nosso SENHOR, tudo o que podiam ver era a derrota, a vergonha, a injustiça, etc. Tudo parecia acabado, tudo havia desmoronado. É esse o pensamento que satanás quer incutir também em nós, ele quer que apenas o sofrimento fique presente e seja maior que tudo e que acreditemos que “Jesus está morto”.
O que Simão Pedro e os demais discípulos não sabiam é que Jesus havia ressuscitado dentre os mortos, como havia prometido a todos eles, e inesperadamente, Jesus após sua ressurreição vem ao encontro deles:
“Filhos, tendes aí alguma cousa de comer? Responderam-lhe: Não.”
Então Jesus lhes disse:
“Lançai a rede à direita do barco, e achareis. Assim fizeram, e já não podiam puxar a rede, tão grande era a quantidade de peixes.”
Jesus perguntou se tinham algo para comer, afinal trabalharam a noite inteira e a resposta foi “não”. Jesus já tinha preparado o alimento, os peixes já estavam sobre as brasas e o pão à espera deles. Que podemos aprender? Em primeiro lugar, a cruz não foi em vão, Deus permitiu a morte para que houvesse ressurreição! Cristo não nos deixou órfãos, Ele continua VIVO e cuidando de nós!
Ele é a nossa provisão, o socorro bem presente, a nossa esperança, pois depois da morte, vem a ressurreição! Não aceitamos e não nos conformamos com a morte, porque não nascemos para morrer, o plano de Deus para nós é a vida eterna. Mas há muita morte presente, há muitas formas de morrer, quer seja na área emocional, intelectual, familiar, profissional, etc., às quais nos acostumamos e olhamos como os discípulos de Jesus olharam, não tem solução, não tem mais saída! Só não se esqueça do principal: Cristo vive! Se tem jeito para morte, tem jeito para você e para mim!
Diante da mulher samaritana, Jesus pediu por água, quando só Ele era capaz de fornecer “água viva” do Espírito Santo que sacia toda a sede; Ele pediu por comida, quando só Ele poderia matar a fome de todos.
A mulher samaritana O reconheceu e recebeu da “água”, Simão Pedro e os demais O reconheceram, foram alimentados e deram de comer.
Em Jo.4:34, Jesus respondeu aos seus discípulos, ao insistirem que comesse:
“A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra.”
Qual é a comida que Jesus se referia? “Fazer a vontade do Pai”
Certamente esta deveria ser a preocupação do coração deles, fazer a vontade do Pai e não voltar atrás, mas perseguir o caminho proposto por Cristo.
Então Jesus aborda qual é a vontade de Deus e pergunta a Simão Pedro:
“Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse: Apascenta os meus cordeiros.”
Dois diferentes verbos gregos foram usados para “amar”. Nos dois primeiros exemplos quando Jesus fez a pergunta a Pedro, usou o verbo agapao, referindo-se ao amor divino, ao amor incondicional e profundo, mas Pedro lembrando-se de que havia negado o Senhor três vezes e consciente agora de sua própria fraqueza, não se atreveu a responder com uma palavra tão forte e então respondeu com a palavra “phileo”, gostar de, um amor de grau inferior, como o amor entre amigos. Quando o Senhor o inquiriu pela terceira vez: “Amas-me?”, Jesus usou a palavra menos forte “phileo”, e novamente o discípulo humildemente respondeu:
“Senhor tu sabes todas as cousas, tu sabes que eu te amo (phileo).”
Jesus se mostra condescendente com a auto-avaliação de Pedro, dizendo: “Ainda que você não confie em sua próprias emoções, para dizer que me ama, mesmo assim, você deve apascentar minhas ovelhas.” Esta é a vontade de Cristo, é a vontade do Pai. Não devemos confiar na força dos nossos sentimentos, mas na força do que Jesus é e fez por nós.
“Lançai a rede à direita do barco, e achareis…”
O CÂNTARO VAZIO
“Replicou-lhe Jesus: Se conheceras o dom de Deus e quem é que te pede: Dá-me de beber, tu lhe pedirias e ele te daria água viva.” (Jo.4:10)
Que encontro inesperado foi esse? Certamente foi inesperado para aquela mulher que não podia imaginar que sua vida nunca mais seria a mesma.
Havia um conflito político e uma rivalidade religiosa de muitos anos entre os judeus e os samaritanos. Jesus dirige-se ao poço de Jacó e fala a uma mulher samaritana? A mulher foi surpreendida e reagiu:
“…Como sendo tu judeu, pedes de beber a mim que sou mulher samaritana?”
Os discípulos de Jesus, que tinham ido buscar alimentos na cidade, ao voltarem também ficaram admirados que Jesus estivesse conversando com uma mulher.
Jesus quebrou ali, tabus, conceitos e preconceitos, orgulho, inimizades e muito mais. Se pudermos entender, Jesus quer quebrar muitos argumentos em nossas vidas, que nos impedem de provar a revelação de quem Ele realmente é.
Quem dirigiu a palavra em primeiro lugar e humildemente, foi Jesus, pois ao encontrá-la, Ele não olhou a raça, a pessoa, mas a alma desamparada e sem rumo na vida, e Ele decidiu guiá-la na direção de uma genuína salvação.
Ao fazer um pedido à mulher: “Dá-me de beber” Ele aceitou que a mulher lhe servisse! Um paradigma tem que ser quebrado, Jesus não faz acepção de ninguém, Ele veio para salvar o perdido. Um dia, todos nós estávamos nesta condição, debaixo do jugo do pecado e do diabo e Jesus nos encontrou, como encontrou a mulher samaritana, e fomos salvos!
O que nos chama à atenção, é o fato de nos encontrarmos em muitos aspectos, apesar de “conhecermos” a Jesus, como esta mulher, diante da fonte com um cântaro vazio. Sedentos, sendo humilhados, nos sentindo sozinhos, envergonhados, injustiçados, discriminados, etc., buscando sempre de um lado para o outro um pouquinho da água para saciar, ainda que seja momentaneamente, a nossa sede. Que tristeza de vida e de fé! (ó vida, ó céus!)
“Se conheceras o dom de Deus…”
Enquanto não entendermos quem Ele é e o que Ele fez por nós na Cruz do Calvário, entregando-se completa e totalmente por nós, nunca haverá água suficiente. Nunca o casamento será perfeito; nunca a rejeição nos deixará; nunca a alegria será permanente; nunca a paz governará; nunca a dignidade será conquistada; nunca, nunca…
“Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, para sempre; pelo contrário, a água que eu lhe der será nele uma fonte à jorrar para a vida eterna.” (v.13,14)
A mulher samaritana respondeu:
“Senhor, dá-me dessa água para que eu não mais tenha sede, nem precise vir aqui buscá-la.”
Ela tomou a maior decisão da sua vida, e desejou ser saciada e não ter mais que ser humilhada, julgada e rejeitada. A salvação é pessoal, e ao mesmo tempo abrange à toda descendência, pois Deus ama a família e quer alcançar toda a nossa casa. Então, Jesus disse à mulher:
“Vai, chama teu marido e vem cá.”
A grande questão muitas vezes é: Eu quero a benção de Deus, mas não quero mudança de vida. Jesus tocou na ferida emocional daquela mulher, ao que ela respondeu:
“Bem disseste, não tenho marido.” E disse ainda: Vejo que tu és profeta.”
A necessidade existe e é real, mas enquanto não houver a tomada de decisão e o desejo de beber da “água viva”, não haverá arrependimento e nem mudança de vida e a benção nunca será completa. Religiosamente, a mulher ia tirar água do poço. O alento, a esperança e a solução de vida, não virá por meio da religião, “continuará a ter sede”, não virá por meio do marido (esposa), “continuará a ter sede”, nem pelos filhos, “continuará a ter sede”, nem pelo trabalho, amigos, líder, discípulo, “continuará a ter sede”.
“Quanto à mulher, deixou o seu cântaro, foi à cidade e disse àqueles homens: Vinde comigo…” (vs.28 e 29)
Ela não precisava mais do cântaro, ele foi deixado à beira da fonte, pois agora levava consigo, por onde fosse, um rio que jorrava do seu interior, o Espírito Santo é quem a guiaria a um caminho eterno, dado por Jesus.
Deixe seu cântaro, sua pouca capacidade, seu esforço, renda-se e deixe-o diante Dele, e reconheça-O como o “dom de Deus”, o favor, o presente de Deus pra você. Jesus Cristo, teu Senhor e Salvador! E que a água do Espírito Santo faça trasbordar a vida de Cristo em você! Fale como os homens falaram àquela mulher:
“Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.”
Deus te abençoe grandemente!